Este dia não conseguirei esquecer jamais! A Excelentíssima Primeira Dama e eu fomos convidados a uma festa à fantasia. Tirei do armário o pó da roupa de Chapolin Colorado, já usada em outros carnavais, tomei um banho, coloquei a fantasia e fui buscá-la em sua casa com meu “poderoso possante”!
Meu “poderoso possante” é um Chevette Branco 93 carinhosamente apelidado de Silvette! Um guerreiro que me acompanhou em muitas presepadas desta minha vida! Rsrsrs!
Parei para abastecer em um posto de gasolina em uma daquelas saídas laterais da Av. Aricanduva na Zona Leste de São Paulo, como o marcador de gasolina não funciona desde que eu o comprei, fiquei por diversas vezes na rua por falta de combustível. A princípio meu medo era só este, ficar sem combustível fantasiado de Chapolin Colorado. Mas não era esse meu destino neste dia!
O Silvette nunca me deixou na mão! Exceto pelas faltas de combustível, como já citei acima e quando tirei a bateria dele para colocar em um motor de barco elétrico de 44Lbs, mas esta é uma outra história...
Encostei o Silvette na primeira bomba entreguei a chave ao frentista e solicitei que ele abastecesse. Ao olhar o seu desespero tentando abrir o tanque e praticamente o vendo quebrar a chave, não pude aproveitar a ocasião... Estava eu vestido de Chapolin Colorado vendo um cidadão em apuros! Tive que entrar em ação!
Abri a porta do Silvette já soltando o bordão: “Palma, Palma, Não Priemos Cânico!”
Antes que pudesse me virar ouço os gritos desesperados do frentista: “O carro! O carro!” Quando viro me deparo com o frentista atrás do carro o empurrando pelo porta malas para que ele não desça no leve declive que havia no piso do posto, neste momento vi a agonia e desespero do frentista que era somente abrir o tanque se transformar em medo de não deixar o carro desbandar para a Av. Aricanduva! Desesperadamente “tentei” abrir a porta do carro, porque “tentei” com aspas? Porque a maçaneta da porta estava quebrada e estava muito complicado abrir a porta, ainda mais naquela agonia! Chacoalhei, empurrei, fiz de tudo para abrir a porta em meio aos gritos desesperados do frentista!
Enfim consegui e puxei o freio de mão... o frentista olhou para mim secando o suor da testa com o braço e disse: “Cara! Você fez igualzinho o Chapolin Colorado!” e caiu na gargalhada.
Deste dia em diante toda vez que eu “parava” neste posto (“parava” porque ele foi lacrado recentemente por vender combustível adulterado) para abastecer ou qualquer outra coisa, mesmo sem a fantasia, todos quando me viam rapidamente abriam um sorriso e falavam: “Olha lá o Chapolin Colorado!”.
Abraços.
!Silvano Junior!
Abraços.
!Silvano Junior!
Kkkkkkkk esse é o meu heróóói =D
ResponderExcluirkkkkkkkkkk não contava com sua astúcia!!
ResponderExcluirbeijokas Amanda
kkkk...trágico!
ResponderExcluirAnderson
ish...
ResponderExcluirSua cara mesmo isso!!! kkkkk...Tá muito legal seu blog...se precisar de ajuda pra lembrar de alguma historia dessas tô aqui!!1 kkkkkk...Bjos
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